Capnografia na anestesia: como ler o ETCO₂ e a curva em cães e gatos
O oxímetro responde se o sangue está oxigenado. O capnógrafo responde a três perguntas ao mesmo tempo: o paciente está ventilando, o circuito está funcionando e o sangue ainda está chegando aos pulmões? Todas saem da mesma curva — mas só para quem sabe lê-la. Este texto percorre o que a capnografia realmente mede, os valores de referência, os padrões de curva que mais aparecem na rotina de cães e gatos e as armadilhas que fazem um capnógrafo mentir.
Resumo
- O CO₂ expirado depende de três coisas: produção (metabolismo), transporte (perfusão pulmonar) e eliminação (ventilação). Por isso a curva monitora ventilação, circuito e circulação ao mesmo tempo — e a oximetria sozinha não mede ventilação: um cão ou gato pequeno com respiração superficial pode ter SpO₂ normal e ETCO₂ alto.
- A curva normal tem forma de "cartola": linha de base em zero na inspiração, subida íngreme, platô e queda vertical. A referência é de 35 a 45 mmHg; acima de 45 indica hipoventilação, abaixo de 35 indica hiperventilação, lavagem de CO₂, espaço morto alveolar ou baixo débito.
- Linha de base que não volta a zero (ou CO₂ inspirado > 5 mmHg) é reinalação: cal sodada esgotada, válvula expiratória presa, espaço morto do equipamento ou, em circuito sem reinalação, fluxo de gás fresco baixo demais.
- Perda abrupta do traçado = extubação, desconexão, apneia ou defeito do aparelho. Queda súbita com traçado preservado = débito cardíaco caindo, embolia pulmonar ou parada cardiopulmonar.
- ETCO₂ não é PaCO₂. Em cães ventilados, o viés foi de 3,15 mmHg (mainstream) e 5,65 mmHg (sidestream), e aumentou acima de PaCO₂ de 60 mmHg — em hipercapnia grave, o capnógrafo subestima a gravidade.
- Em animais pequenos, fluxo alto de gás fresco dilui a amostra do sidestream (leitura falsamente baixa) e o sensor mainstream soma espaço morto: conhecer a limitação do aparelho é parte da interpretação.
O que o capnógrafo realmente mede
O CO₂ é o principal produto do metabolismo aeróbio: sai dos tecidos, viaja pelo sangue até os pulmões e é eliminado pela ventilação. Como é muito solúvel, difunde-se com facilidade do sangue para os alvéolos, e em pacientes saudáveis as concentrações arterial e alveolar são quase equivalentes. Quando se mede o CO₂ no fim da expiração (ETCO₂), portanto, está-se lendo, de forma indireta, o resultado dessa cadeia inteira: metabolismo, perfusão e ventilação.
É aí que a capnografia faz o que a oximetria não faz. A oximetria mede a saturação da hemoglobina, não a ventilação: um cão ou gato pequeno que respira de forma superficial pode manter a SpO₂ dentro do normal enquanto o ETCO₂ já está alto por hipoventilação — sobretudo com oxigênio suplementar. E a hipoventilação tem consequências: o CO₂ elevado atua como simpaticomimético (aumenta frequência cardíaca e pressão), causa acidose respiratória, vasodilatação cerebral e maior chance de arritmias, e acima de cerca de 70 mmHg passa a deprimir o sistema nervoso central. A observação visual do tórax, por sua vez, é subjetiva e só indica que há movimento respiratório, não a qualidade da ventilação.
A gasometria arterial continua sendo o padrão de referência para ventilação e oxigenação — mas é difícil de obter, dá uma fotografia de um único instante e depende de equipamento caro. A capnografia dá o filme: uma leitura contínua, em tempo real, a custo baixo e sem invasão.
Anatomia da curva normal
A nomenclatura formal divide o ciclo em quatro momentos. A fase 0 é a descida inspiratória — a queda vertical que marca o início da próxima inspiração. A fase I é a linha de base inspiratória, que reflete o gás inspirado e deve ficar em zero porque o gás inalado, normalmente, não contém CO₂. A fase II é a subida expiratória, a transição do gás do espaço morto para o gás alveolar. A fase III é o platô alveolar, e é dele que se lê o ETCO₂. O valor só representa o CO₂ alveolar quando esse platô é relativamente horizontal.
O conjunto lembra uma cartola (ou um quadrado): linha de base em zero, subida íngreme, platô e queda quase vertical. Qualquer deformação dessa forma é informação: a que lado do quadrado falta, ou se a base sobe, diz em que ponto do sistema (paciente, tubo, circuito, equipamento) está o problema.
Os números: o que cada faixa de ETCO₂ sugere
| ETCO₂ | Interpretação | Causas e conduta |
|---|---|---|
| < 35 mmHg | Hiperventilação, lavagem de CO₂, espaço morto alveolar aumentado ou queda do débito | Hiperventilação: avaliar plano anestésico, dor, temperatura e saturação (plano superficial, nocicepção, hipertermia e hipoxemia aumentam a ventilação). Em circuito sem reinalação, fluxo alto de gás fresco dilui a amostra do sidestream. Queda súbita: parada cardiopulmonar ou embolia pulmonar |
| 35–45 mmHg | Referência geral | Faixa esperada de um paciente com ventilação adequada |
| > 45 mmHg | Hipoventilação | Depressão respiratória por opioides e inalatórios; obesidade, hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo comprometem a mecânica ventilatória (deslocamento cranial do diafragma, menor complacência torácica) |
| 50–55 mmHg | Hipercapnia leve a moderada | Em pacientes saudáveis costuma ser tolerada e pode favorecer a estabilidade hemodinâmica |
| > 60 mmHg | Hipoventilação importante | Pode ser necessária ventilação assistida, manual ou mecânica |
Essas faixas conversam com as já descritas em complicações anestésicas em cães e gatos: ETCO₂ de 40 a 50 (até 55) mmHg em plano cirúrgico adequado e indicação de ventilação com pressão positiva acima de 60 mmHg.
ETCO₂ não é PaCO₂
Um cuidado que a rotina costuma esquecer: o número do monitor é uma estimativa. Num estudo com seis cães saudáveis anestesiados, paralisados e ventilados mecanicamente em ventilação normal, hiper e hipoventilação, os dois tipos de capnógrafo se correlacionaram bem com a PaCO₂ e acompanharam as mudanças de ventilação. Mas o viés médio em relação à PaCO₂ foi de 3,15 ± 4,89 mmHg com o capnógrafo mainstream e de 5,65 ± 5,57 mmHg com o sidestream — e, em ambos, o viés aumentou quando a PaCO₂ passou de 60 mmHg. A conclusão dos autores é a que importa na prática: valores de ETCO₂ acima de 45 mmHg podem refletir de forma imprecisa a gravidade da hipoventilação. Quanto pior a hipercapnia, menos o monitor diz a verdade.
O estudo tem a limitação de ter sido feito com poucos animais, saudáveis e em condições controladas. Serve como lembrete, não como correção numérica a aplicar ao paciente: diante de dúvida clínica sobre a ventilação, a gasometria arterial resolve.
Os padrões que mais importam
| Padrão | Como aparece | Causas mais comuns |
|---|---|---|
| Hipoventilação | Platô mais alto, forma preservada, base em zero | Depressão respiratória por fármacos, plano profundo, obesidade, patologia pulmonar ou abdominal |
| Hiperventilação | Platô mais baixo, forma preservada, frequência alta | Plano superficial, dor, hipertermia, hipoxemia |
| Reinalação | Linha de base acima de zero (CO₂ inspirado > 5 mmHg) | Cal sodada esgotada, válvula expiratória presa, espaço morto; fluxo baixo em circuito sem reinalação |
| Falha de válvula inspiratória | Elevação da linha de base inspiratória | Válvula inspiratória disfuncional no circuito circular |
| Obstrução ("shark-fin") | Subida inclinada, sem o "ombro" do quadrado | Broncoconstrição, secreção ou dobra do tubo traqueal |
| Vazamento | Perda do lado posterior do "quadrado" (platô e queda deformados) | Cuff do tubo traqueal insuficiente |
| Apneia / desconexão / extubação | Perda abrupta do traçado | Paciente apneico, circuito desconectado, tubo deslocado, defeito do analisador |
| Parada cardiopulmonar | Queda súbita e contínua do ETCO₂ | Cessação do débito cardíaco: o CO₂ deixa de chegar aos pulmões |
| Intubação esofágica | ETCO₂ muito baixo ou zero, sem curva sustentada | Tubo no esôfago: há pouco ou nenhum CO₂ ali |
| Oscilações cardiogênicas | Pequenas ondulações no traçado, no ritmo do batimento cardíaco | Transmissão do batimento ao gás das vias aéreas; em geral sem significado patológico |
| Entalhe do curare | Fenda no platô | Esforço inspiratório espontâneo em paciente com bloqueio neuromuscular parcial ou em recuperação |
Reinalação: a causa depende do circuito
A linha de base que não volta a zero é o achado de mais consequência prática no dia a dia, e a conduta depende do tipo de circuito. Em circuito com reinalação (circular), três causas aparecem com frequência: cal sodada esgotada, válvula expiratória presa (a condensação pode fazê-la grudar ou não fechar por completo) e aumento do espaço morto — que o equipamento soma sem que se perceba: sensor mainstream, tubo traqueal longo, conectores em cotovelo e sensores de espirometria. Nesse tipo de circuito, fluxos baixos são aceitáveis justamente porque o absorvente está dentro do sistema, e por isso ele precisa ser trocado com regularidade (a sugestão é, por exemplo, semanal quando há cirurgia diariamente) — assunto que está em detalhe em Cal sodada: como funciona o absorvedor de CO₂.
Em circuito sem reinalação, o raciocínio muda: o fluxo de gás fresco é o que lava o CO₂ exalado, e, se for baixo demais, o paciente reinala. O fluxo recomendado costuma ficar em 200 a 300 mL/kg/min, e aumentar o fluxo até o CO₂ inspirado voltar a zero (ou a curva voltar à base) é o menor fluxo aceitável.
Intubação esofágica: o que a curva diz — e o que não diz
Pouco ou nenhum CO₂ chega ao esôfago, de modo que a leitura de ETCO₂ numa intubação esofágica é muito baixa ou zero. Depois de intubar, a posição traqueal deve ser corroborada observando uma respiração e avaliando a curva. Há, porém, um detalhe: num modelo experimental em cães que haviam ingerido bebida gaseificada, três de cinco ventilações esofágicas mostraram CO₂ expirado nitidamente positivo nas primeiras respirações — mas com um traçado diferente do traqueal, com queda rápida dos valores. A lição é que a simples presença de CO₂ não basta: o que confirma a posição é a curva mantida, respiração após respiração.
Capnografia como monitor de circulação
O CO₂ só chega ao pulmão se o sangue chegar. Quando o débito cardíaco cai (anestésicos, vasodilatação, bradicardia, hipovolemia), diminui o retorno venoso aos pulmões, a oferta de CO₂ ao alvéolo cai junto e o ETCO₂ desce. Uma queda súbita com traçado preservado, portanto, é um sinal precoce de parada cardiopulmonar em paciente anestesiado — e, no outro extremo, um salto súbito do ETCO₂ durante a reanimação sugere retorno da circulação espontânea. A embolia pulmonar também derruba o ETCO₂ de repente: parte do pulmão continua ventilada, mas deixa de ser perfundida, e o espaço morto alveolar aumenta.
Um experimento em seis cães anestesiados com isoflurano, paralisados e ventilados com volume constante, submetidos a sangramento progressivo de até 50% da volemia, mostrou que o ETCO₂ caiu de forma significativa a partir de 40% de perda. A queda percentual do ETCO₂ acompanhou a do débito cardíaco, numa proporção aproximada de 1 para 3. É um estudo pequeno e antigo, e a relação só vale com ventilação constante — não é um monitor de pressão arterial nem de volemia —, mas ilustra por que um ETCO₂ em queda gradual, sem mudança na ventilação, merece atenção antes de a pressão arterial reagir.
Durante a RCP, o ETCO₂ passa a ser também uma medida da qualidade das compressões. As diretrizes RECOVER 2024 elevaram a meta mínima de ETCO₂ durante as compressões de 15 para 18 mmHg.
Sidestream ou mainstream: as armadilhas do aparelho
Antes de interpretar a curva, vale saber como o número foi medido. Existem dois tipos de capnógrafo, e cada um tem uma limitação que o anestesista precisa carregar na cabeça — sobretudo em cães e gatos pequenos.
| Mainstream | Sidestream | |
|---|---|---|
| Como mede | Sensor no tubo traqueal, leitura quase em tempo real | Aspira uma amostra do circuito e mede no monitor |
| Vantagens | Sem atraso de leitura | Leve, mais durável |
| Limitações | Peso e volume do sensor, espaço morto adicional, maior resistência ao fluxo | Atraso de 2 a 3 segundos, linha que entope com secreção e condensação, e fluxos altos de gás fresco diluem a amostra (leitura falsamente baixa) |
| Em cães ventilados (viés vs. PaCO₂) | 3,15 ± 4,89 mmHg | 5,65 ± 5,57 mmHg |
O recado para pacientes pequenos é simétrico: o mainstream acrescenta espaço morto e peso, e o sidestream pode ler baixo demais se o fluxo de gás fresco for alto. Se o ETCO₂ parece baixo de forma inexplicável em um gato ou cão pequeno em circuito sem reinalação, vale pensar na diluição da amostra antes de concluir que o paciente está hiperventilando.
Na rotina: o que fazer com tudo isso
- Olhe a curva, não só o número. Um ETCO₂ de 40 mmHg com a linha de base fora de zero ou com o "quadrado" deformado conta uma história diferente de um ETCO₂ de 40 mmHg numa cartola perfeita.
- Anote o basal. Registrar o ETCO₂ logo após a intubação, com o paciente estável, dá a referência para detectar tendências — a queda gradual ou a subida lenta que ainda não cruzou nenhum limite.
- Diante de alteração, percorra o caminho do gás: paciente (ventilação, plano, dor), tubo (posição, dobra, cuff), circuito (conexões, válvulas, fluxo de gás fresco, absorvente), aparelho (linha de amostra, calibração).
- Conheça o tipo de circuito e de capnógrafo que está usando: a interpretação de um ETCO₂ baixo ou de uma linha de base elevada muda conforme a resposta a "é circular ou sem reinalação?" e "é sidestream ou mainstream?".
- Gasometria arterial na dúvida. Se a ventilação importa para o caso (neurocirurgia, hipercapnia grave, paciente crítico), o ETCO₂ é ponto de partida, não ponto de chegada.
Conclusão
A capnografia é um dos poucos monitores que olha, de uma vez, para o paciente, o tubo, o circuito e o equipamento. Por isso tem tanto valor — e por isso ela só funciona de verdade quando o anestesista lê o formato da curva, e não só o número. Saber o que cada faixa de ETCO₂ sugere, reconhecer a reinalação pela base que não volta a zero, desconfiar de uma intubação esofágica quando o traçado não se sustenta, enxergar na queda do ETCO₂ um possível problema de circulação e lembrar que o monitor tem viés e limitações — isso transforma o capnógrafo de enfeite do carrinho de anestesia em um dos instrumentos de segurança mais eficientes que existem.
Perguntas frequentes
Qual o valor normal de ETCO₂ em cães e gatos anestesiados?
A referência geral é de 35 a 45 mmHg. Acima de 45 mmHg indica hipoventilação; abaixo de 35 mmHg indica hiperventilação, lavagem de CO₂ no circuito, aumento do espaço morto alveolar ou queda do débito cardíaco. Em pacientes saudáveis, hipercapnia leve a moderada (50 a 55 mmHg) costuma ser tolerada; acima de 60 mmHg, a ventilação assistida pode ser necessária.
O que significa a linha de base da capnografia não voltar a zero?
Significa que o paciente está reinalando CO₂ (CO₂ inspirado acima de cerca de 5 mmHg). Em circuito com reinalação, as causas mais comuns são cal sodada esgotada, válvula expiratória presa e aumento do espaço morto do equipamento. Em circuito sem reinalação, a causa típica é fluxo de gás fresco insuficiente: aumentar o fluxo até o CO₂ inspirado voltar a zero é o menor fluxo aceitável.
Como a capnografia ajuda a identificar intubação esofágica?
Há muito pouco ou nenhum CO₂ no esôfago, então o ETCO₂ na intubação esofágica é muito baixo ou zero. Depois de intubar, corrobore a posição observando uma respiração e a forma da curva. Em modelo experimental em cães, bebida gaseificada ingerida pode gerar CO₂ nas primeiras ventilações esofágicas, mas com traçado diferente do traqueal — por isso a presença isolada de CO₂ não basta.
O ETCO₂ é igual à PaCO₂?
Não. Em cães ventilados, a diferença média em relação à PaCO₂ foi de 3,15 mmHg (mainstream) e 5,65 mmHg (sidestream), e o viés aumentou acima de PaCO₂ de 60 mmHg: em hipercapnia grave, o capnógrafo tende a subestimar a gravidade. A gasometria arterial segue sendo o padrão de referência.
Por que o ETCO₂ cai de repente durante a anestesia?
Queda súbita com perda do traçado: extubação, desconexão, apneia ou defeito do equipamento. Queda com o traçado preservado: redução do débito cardíaco, embolia pulmonar ou parada cardiopulmonar. Em cães com hemorragia progressiva sob ventilação constante, o ETCO₂ caiu significativamente a partir de 40% de perda de volemia.
Capnógrafo sidestream ou mainstream: qual é melhor em animais pequenos?
Os dois têm limitações: o mainstream é pesado e soma espaço morto e resistência; o sidestream tem atraso de 2 a 3 segundos, entope com secreção e condensação, e fluxos altos de gás fresco diluem a amostra, dando leitura falsamente baixa. Em cães ventilados, o mainstream teve menor viés em relação à PaCO₂. O essencial é conhecer a limitação do aparelho em uso.
Referências
- BURKITT-CREEDON, J. M.; et al. 2024 RECOVER Guidelines: Updated treatment recommendations for CPR in dogs and cats. Journal of Veterinary Emergency and Critical Care, v. 34, suppl. 1, p. 104-123, 2024. DOI: 10.1111/vec.13391.
- GARNETT, A. R.; GERVIN, C. A.; GERVIN, A. S. Capnographic waveforms in esophageal intubation: effect of carbonated beverages. Annals of Emergency Medicine, v. 18, n. 4, p. 387-390, 1989. DOI: 10.1016/s0196-0644(89)80576-1.
- LEE, G. Y. Effects of Decrease in Cardiac Output on the Changes of End-tidal Carbon Dioxide Partial Pressure in the Acute Hemorrhagic Dogs. The Ewha Medical Journal, v. 20, n. 3, p. 279-283, 1997. DOI: 10.12771/emj.1997.20.3.279.
- NICKSON, C. Capnography Waveform Interpretation. LITFL — Life in the Fast Lane, 30 dez. 2024. Disponível em: litfl.com/capnography-waveform-interpretation.
- SHIPPY, S. Capnography: Assessing Ventilation During Anesthesia. Today's Veterinary Practice, jul./ago. 2024, p. 72-76.
- TEIXEIRA NETO, F. J.; CARREGARO, A. B.; MANNARINO, R.; CRUZ, M. L.; LUNA, S. P. L. Comparison of a sidestream capnograph and a mainstream capnograph in mechanically ventilated dogs. Journal of the American Veterinary Medical Association, v. 221, n. 11, p. 1582-1585, 2002. DOI: 10.2460/javma.2002.221.1582.
Registre o padrão da curva direto na ficha anestésica
No EasyVet, o campo de capnografia da monitorização oferece os padrões mais comuns (normal, hipoventilação, hiperventilação, oscilação cardiogênica, shark-fin, reinalação, entalhe do curare, falha de válvula, apneia e intubação esofágica), cada um com a curva de referência para consulta rápida. Teste grátis por 30 dias, sem cartão de crédito.
Começar teste grátis